Mercado pet shop em constante evolução
Para cada brasileiro existe três animais de estimação

Por Assessoria de imprennsa
09/06/2018 20h45

Se existe no Brasil um setor que não conhece crise é o mercado pet. Alguns especialistas consideram que por razões emocionais as pessoas não evitam despesas quando se trata de cuidar dos seus bichinhos de estimação.

Em uma quantidade aproximada, a proporção de habitantes e animais de estimação é de 5:3, ou seja, para cada 5 pessoas existem 3 animais de estimação. Segundo uma pesquisa realizada pelo IBGE, 44,3% dos lares brasileiros tem pelo menos um cachorro (no sudeste essa proporção chegou a 58,6%).

De acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Produtos (ABINPET) para Animais de Estimação), o Brasil é o 2º maior mercado mundial de itens pet.

De acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Produtos (ABINPET) para Animais de Estimação), o Brasil é o 2º maior mercado mundial de itens pet. O faturamento do mercado em 2016 no Brasil foi de R$18,9 bilhões, um aumento de 4,9% se comparado ao ano de 2015. As exportações movimentaram US$ 236,3 milhões, enquanto as importações chegaram a US$ 6,7 milhões. Esse número mostra a relevância do Brasil em nível global. Os EUA respondem por 42% do faturamento global do mercado PET, enquanto o Reino Unido tem 6,7%. O Brasil está empatado com a Alemanha, na terceira posição, com 5,1% da participação global desse mercado.

Outra pesquisa foi realizada para entender a estrutura desse mercado pelo Instituto Pet Brasil (IPB). Os dados apontaram que a maioria dos pets shops (29 mil entrevistados) é composta por empresas de pequeno porte e possuem faturamento entre R$60mil e R$100 mil.

Devido ao mercado promissor, os estabelecimentos devem garantir a satisfação para fidelizar cada vez mais clientes diante da grande concorrência. Além de oferecer produtos como ração, vestuário, brinquedo, medicamento, e outros acessórios, também disponibilizam serviços de banho e tosa. Mas a tarefa difícil para os consumidores é escolher um pet shop de confiança, que ofereçam produtos e serviços de qualidade.

A área de banho e tosa é um dos locais que merecem atenção, principalmente pela rotatividade de animais que por ali passam. O Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV) estabelece alguns princípios que todos aqueles envolvidos com a exposição, manutenção, higiene, estética, venda ou doação de animais por estabelecimentos comerciais devem adotar para promover a segurança, a saúde, e o bem-estar dos animais sob seus cuidados. No artigo 5º, item 3, estabelece que o pet shop deve manter temperatura e umidade adequadas no ambiente. Além de contar com um profissional técnico responsável pelo serviço, o ambiente deve ser limpo e livre de doenças, pulgas e carrapatos. Devido à alta umidade nesses ambientes, a proliferação de fungos, ácaros e a sobrevivência de ovos de pulgas e carrapatos presentes no ambiente podem ser constantes.

A aplicação de um desumidificador de ar neste ambiente é ideal, pois controla a umidade e evita microrganismos indesejáveis. Além do benefício na área de banho e tosa, o equipamento é eficaz também no local de armazenamento e venda de rações. Por ficarem perto de paredes, os alimentos podem absorver a umidade danificando-os e trazendo malefícios aos animais.

Donos de pets também estão aderindo o uso do desumidificador de ar em seus apartamentos e casas, pois previne doenças causadas por fungos e ajuda animais que sofrem com doenças respiratórias, como asma, bronquite, pneumonia, entre outras. O pet se tornou membro das famílias brasileiras, e a preocupação com sua saúde ganha destaque a cada ano, por isso controlar a umidade do ar é essencial, e a procura pelo equipamento desde 2015 cresceu em 13%. 

 

  

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